Mostrando postagens com marcador amizade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador amizade. Mostrar todas as postagens

domingo, 9 de janeiro de 2011

Fogos de Artifício



Hoje é uma noite em que estou especialmente pensando em alguém especial. Alguém que, creio, não sabe o valor que tem. Alguém que tem fogos de artifício dentro de si, mas tem um pouco de medo de deixa-los aflorar.

Quando falo que amor é movimento, amor é revolução, falo das coisas que vejo neste video. Mesmo naquelas que não concordo (e nãoe stou aqui para julgar ninguém) há iniciativa como motor transformador da vida.

Muitas vezes nos sentimos como sacos plásticos, descartáveis, desimportantes porque alguém nos fez acreditar que somos assim.

Mas é mentira.

Eu sempre falei em minhas pregações (sim, eu já fui um pregador) que Deus guardou uma fagulha de Si mesmo em cada um de nós.

Basta deixar que este fogo de artifício exploda e se expanda!

Vamos lá! Me mostre estes fogos de artifício que você tem guardado dentro de você!

C'mon, baby! Light my fire!!!!


Firework

Você já se sentiu como um saco plástico

Flutuando pelo vento
Querendo começar de novo?

Você já se sentiu frágil
Como um castelo de cartas
A um sopro de desmoronar?

Você já se sentiu enterrado
Gritando sob sete palmos
Mas ninguém parece ouvir nada?

Você sabe que ainda há uma chance para você?
Porque há uma faísca em você

Você só tem que acendê-la
E deixá-la brilhar
Apenas domine a noite
Como o dia da independência

Porque baby, você é um fogo de artifício
Vá em frente, mostre o que você vale
Faça-os fazer "oh, oh, oh"
Enquanto você é atirado pelo céu

Baby, você é um fogo de artifício
Vamos, deixe suas cores explodirem
Faça-os fazer "oh oh oh"
Você vai deixá-los todos surpresos

Você não tem que se sentir como um desperdício de espaço
Você é original, não pode ser substituído
Se você soubesse o que o futuro guarda
Depois de um furacão vem um arco-íris

Talvez a razão pela qual todas as portas estejam fechadas
É que você possa abrir uma que te leve para a estrada perfeita
Como um relâmpago, seu coração vai brilhar
E quando chegar a hora, você saberá

Você só tem que acender a luz
E deixá-la brilhar
Apenas domine a noite
Como o dia da independência

Porque baby, você é um fogo de artifício
Vá em frente, mostre o que você vale
Faça-os fazer "oh, oh, oh"
Enquanto você é atirado pelo céu

Baby, você é um fogo de artifício
Vamos, deixe suas cores explodirem
Faça-os fazer "oh oh oh"
Você vai deixá-los todos surpresos

Boom, boom, boom
Mais brilhante que a lua, lua, lua
Sempre esteve dentro de você, você, você
E agora é hora de deixá-lo sair

Porque baby, você é um fogo de artifício
Vá em frente, mostre o que você vale
Faça-os fazer "oh, oh, oh"
Enquanto você é atirado pelo céu
Baby, você é um fogo de artifício
Vamos, deixe suas cores explodirem
Faça-os fazer "oh oh oh"
Você vai deixá-los todos surpresos oh!
Boom, boom, boom
Mais brilhante que a lua, lua, lua
Boom, boom, boom
Mais brilhante que a lua, lua, lua

sábado, 25 de dezembro de 2010

Todos estão surdos!!!




Mas meu amigo volte logo!

Não preciso falar mais nada, né não?

Acho que fui influenciado pelo show do rei. Sim, eu chamo o Roberto Carlos de rei, porque? Algum problema?

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010


Como entender? Para pessoas céticas e racionais é difícil. Mesmo para os emocionais não é brincadeira de criança. Mesmo para os que acreditam é difícil permanecer crendo.

Quando vemos o mais difícil acontecer, então, pior.

A morte de alguém que amamos.

A perda da inocência.

Fatos que fogem ao nosso entendimento.

Então, perguntamos...

"Porque você deixou que isso acontecesse?"

Uma amiga me perguntou isso. Não tenho resposta. Porque aconteceu? Porque as teias da aleatoriedade da vida se tecem assim, aleatoriamente. Porque as coisas fogem do nosso entendimento, porque acaso, destino ou seja lá o nome que se dá para isso resolve acontecer justamente com a gente.

Para provar nossa fé? Para fortalecer? Para derrubar de vez?

Minha amiga, cética, ficou ainda mais distante "desse cara", como ela chama Deus. Não posso condena-la por esta decisão simplesmente porque eu sou tomado pelas mesmas perguntas que ela. Os mesmos questionamentos. As mesmas dúvidas.

Como eu sempre disse, minha fé, diferente da maioria das pessoas, se move no terreno das dúvidas e não das certezas. Quanto mais duvido, mais questiono. Quanto mais questiono, mais racionalizo aquilo em que acredito. Diferente da maior parte das pessoas, não estou buscando respostas, mas sempre as perguntas certas para fazer.

Afinal, quando clamamos para o céu cinzento, quem garante que existe um par de ouvidos atentos do outro lado, esperando por nossa voz? Havendo certeza, acaba a necessidade da fé. Havendo respostas, acaba a necessidade por perguntas.

Como diria Nietsche, "Eu só acreditaria em um Deus que soubesse dançar", e o meu dança uma dança difícil, sem passos marcados, movido pelo improviso e pelos caminhos e descaminhos que nossas vidas dão.

Só me faz lembrar de uma passagem que está em Eclesiastes e que lembro de Brennan Manning citando. "Chove sobre justos e injustos".

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

O real significado de amizade




Passei por três situações diferentes que me mostraram o que é a amizade e seu real valor. Mostraram para mim, também, o meu valor para algumas pessoas. Algumas que eu julgava serem meus amigos de verdade se mostraram diferentes do que eu imaginava. Muito do que eu idealizava sobre amizade caiu por terra, e eu pude provar para mim mesmo o quão bom amigo eu posso sere o quanto meus amigos de verdade são realmente bons, enquanto outros, apenas usam a superfície.

A primeira situação foi alguns meses atrás, quando entrei em um dilema feroz comigo mesmo. Uma dúvida que me corroia, me consumia e me trazia remorso. Eu havia cometido um erro e não queria cometer novamente. Este erro feriu a pessoa mais importante da minha vida na época, alguém que não merecia ser ferida, alguém a quem eu não dei o devido valor.

Corri a este amigo a quem sempre pedia conselhos. Achava que ele era o único que me conhecia, que sabia quem eu era por dentro sem me julgar. O que ouvi dele foi que qualquer decisão que eu tomasse, ele estaria do meu lado.

A decisão que tomei ia contra aquilo que este amigo considerava certo. Aos poucos ele foi me afastando, até que me virou as costas. Qualquer tentativa de minha parte de retomar o relacionamento era refutada.

Com ele, todos viraram as costas a mim também. Eu tornei-me um pária.

Aprendi que idealizamos a amizade acima de tudo. Imaginamos que os laços que formamos com as pessoas são mais fortes que as circunstâncias. Me enganei. Descobri que a distância entre um verdadeiro amigo e um aparente amigo é tão tênue que não conseguimos identificar. Me iludi e me decepcionei. Esperava muito mais do “amigo” que tinha, mas vi que nossos laços eram circunstanciais.

Perdi outra amiga recentemente. Sua morte prematura (aos 17 anos, vítima de câncer) me chocou. A morte nos faz ver a brevidade da vida. Já havia perdido alguém próxima no ano passado, mas dessa vez a morte foi mais dolorida. Eu pouco conhecia a Carina, mas ela era próxima de uma das minhas melhores amigas e isso a devastou. Não consegui ir ao enterro, não consegui reagir. Fiquei estático em casa, deprimido. Era o dia do show do Paul MacCartney e enquanto eu tentava entender o que acontecera ele cantava Blackbird. Chamei meu primo no MSN para conversar, falei apenas “preciso conversar”.

Ele simplesmente pegou seu carro, a uma da manhã e veio me buscar em casa. Eu não precisei falar para ele que ela tinha morrido, não precisei pedir ou oferecer nada em troca. Eu apenas queria conversar, tirar a cabeça de dentro de casa, de dentro do problema, dar uma volta, espairecer. Eu não falei que queria dar uma volta. Poderia conversar pelo próprio computador, mas, de longe, ele viu que eu não estava bem.

Um ato e eu sabia com quem eu podia contar a hora que fosse. Ele não estava em trânsito, ele não pediu para eu ir procura-lo no dia seguinte, ele não desconversou ou fugiu, nem começou a falar dos seus problemas. Não. Ele me ouviu, e tem horas que é só disso que a gente precisa.

A última situação que me ensinou sobre amizade foi quando uma amiga de muito longe precisava desabafar. Eu não tinha como ir até ela, não tinha como oferecer mais do que meus olhos para correr por sobre as letras que escrevia no computador. Tudo o que pude oferecer foi meu consolo virtual, mas era o que ela precisava naquele momento

Seu medo de encarar aquele problema era tanto que ela não conseguia falar sobre aquilo. Eu não me importo com o que ela fez ou deixou de fazer e isso é amizade. Estar lá. Não se trata de “bater cartão”. Amigos são mais que isso, fazem mais do que, simplesmente, cumprir burocraticamente seu papel. Amigos são proativos, se preocupam honestamente. Buscam, correm atrás, desejam estar com o outro e ver o outro feliz.

As adversidades revelam os verdadeiros amigos. É quando sua vida está bagunçada que você sabe quem realmente te quer bem e quem está ao seu lado porque é conveniente, tem objetivos escusos ou apenas é fraco.

Quer fazer a diferença? Seja amigo de verdade. Para quantos você ligou hoje para saber como estão? Experimente.